Do universo pictórico ao ecran, da palavra ao canto, da musicalidade à cor.  
     
 



Tiqqun
A Libertação do Pecado
Paços do Concelho Lisboa, 2007

Palacio Nacional Da Ajuda
Lisboa, Portugal

Inauguração (photogaleria)

Galeria (obras)


Catalogo
(PDF)
À venda na FNAC

Filme: Lauro António

A actual exposição apresenta 30 Obras inéditas (acrílico S/Tela), as quais abordam o tema da “libertação do pecado” com o título de Tiqqun (Hebraico). A abordagem artística resulta da pesquisa efectuada ao mote “pecado/libertação”, nas suas diversas interpre- tações que determinam as regras espirituais existentes na História da Humanidade. Este estudo incide na visão do Judeu “Isaac Luria” (séc. XVI), em que as personagens representadas nas obras são remetidas à época em que este viveu. A mensagem contida nesta exposição aborda a relação “corpo/vestes” e “pecado/libertação”, cujas personagens abrem-se e estendem-se para fora da tela em mil cores quando a luz do espírito assim lhes pede. Criada a teoria que “a cor dos trajes liberta”, deixam de existir corpos esvaziados de alma mutilada pela culpa, pois o pecado coage por dentro e por fora de cada Ser. É, como que a sua libertação processasse através das vestes coloridas e não pelo corpo de cada Ser exposto. A exposição é na sua grande parte, constituída por figuras femininas cujas vestes transbordam múltiplos vultos de cores fortes, como que se as vestes libertassem ou exaltassem pecados cometidos no passado, e que circulam á flor-da-pele. Há em todos eles uma sombra negra que recorta ou salienta essa atmosfera afectiva provocando estímulos de passividade, euforia, indiferença, rendição. Cabe a cada um interpretar, seleccionar, acolher ou escolher o modo como as figuras se aninham e encarnam na superfície plástica, representadas ora em estado de euforia, ora em estado letárgico.

 

 
 



Lapis Exilis
2005

Palacio Nacional Da Ajuda
Lisboa, Portugal

Inauguração (photogaleria)

Galeria (obras)

Catalogo (PDF)

Video: Paulo Forte


Maria Sobral Mendonça ocupa um lugar de referência no panorama da arte contemporânea portuguesa, destacando-se através de um percurso marcado pela forte relação entre as suas obras e os espaços onde expõe. As suas exposições tem sido invariavelmente realizadas em Monumentos e Igrejas, espaços de desafio abertos à sua criação artística. A proposta agora lançada com a instalação da exposição “Lapis Exilis – As Virtudes” na Capela do Palácio Nacional da Ajuda, permite de uma forma estimulante contribuir para a valorização e dinamização daquele espaço. Apreciar a presente exposição é pois, entender a relação entre as peças e a envolvente, num percurso desdobrado em três tempos, transportando-nos para um universo imaginário e pictórico, através de um contributo pluridisciplinar.
Lápis Exilis tem tido diversas associações, como que se o seu significado nos remetesse para um sinal resplandecente apontando um caminho de união e concórdia entre todos os povos, desde o Oriente ao Ocidente.
“O esoterismo do mito do Graal reconduz sempre a um único ponto, seja como Livro, Copa ou Pedra: ao facto que sempre desaparece da terra, onde se inicia, por parte dos homens, a sua procura…”

 

 
 



O Branco No Branco
29 de Novembro - 31 de Decembro 2003

Convento de São Paulo
FundaÁ“o Henrique Leote
Alentejo
- Portugal

Inauguração (photogaleria)

Galeria (obras)

Catalogo (PDF)

Musica: Jan Rwezeski
Filme: Edgar Pêra
Low (Quicktime 12 Mb)
High (Quicktime 24 Mb)

A exposição concebida para o Convento de São Paulo, no Alentejo, liga a pintura de Maria Sobral Mendonça à palavra, à animação, à música e ao canto. As imagens do cineasta Edgar Pêra, a música do compositor Jan Rewzeski e a voz da mezzo-soprano Hanna Barbos foram convidadas a reconstruir a interioridade de “O Branco no Branco” numa quase diluição dos quadros originais.
 
 



A Perda do Eu Pelo Outro
30 de Março - 30 de Abril 2001

Cadeia Das Mónicas
Convento Santa Mónica

Filme: Cecília Neto. Lisboa Portugal

Trinta e duas Obras, alusivas ao equilíbrio psicológico dos múltiplos medos, angústias e incertezas de alguém que está preso. “A Perda do Eu pelo Outro” é um convite à introspecção, ao subsequente e incontornável reconhecimento da fragilidade e dos defeitos do “Eu”, à aceitação consequente e sem reservas do direito à plena existência do Outro.
A exposição esteve inserida nas actividades culturais dos reclusos dos Serviços Prisionais e foi projectada especificamente para a Cadeia das Mónicas, em Lisboa.
 
 
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